quarta-feira, 7 de maio de 2014



O que seria dos meus braços sem os teus abraços?

sábado, 4 de janeiro de 2014

É a ti


Dou por mim a sorrir baixinho
Só por te rever
Entre falas mudas
Descobrir em ti
Beber dos teus lábios
Neste escuro
Tudo nosso, toda tua
Por entre os lençóis
As minhas mãos procuram
Os limites da tua pele
Invadindo-te gradualmente
Saboreio teu corpo
Flutuo no prazer
Perdemos-nos nos lençóis
Fazes-me transpirar desejos
É a ti que quero,
É  ti que me entrego

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sem aviso


Doi, doi esperar por ti
Eu fraquejo só de lembrar
Que sentimento
Tão vunerável, tão violento
Quero o teu toque, o teu beijo
Tudo de novo e de novo e outra vez
Persegues-me sem me seguir
Entras nos meus sonhos
Como  tocaste o meus lábios,
Como entraste no meu coração
Sem aviso, sem licença.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Por tentação ou gula


Diz-me o que queres
Olha-me, imagina-me
Em segredo ou não
Quero-te, só para experimentar
Apenas por tentação ou gula

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Futuros passados



Desprovida de qualquer tormento,
Deixo o vento levar a cortina
Enquanto a lua me olha nos olhos
Neste violento silêncio,
Ouço até o soluçar dos ex-amados
Relembrando seus amores
Outrora embebecidos em ilusões
Promessas quebradas, futuros passados
Encontro-me mergulhada neste cenário
Penso e repito:
Haverá pessoas erradas?
Ou por obra do acaso 
O erro será o momento do seu encontro?

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Naquela noite eu abracei-te sem te tocar,
E tu tocaste-me sem precisar de me abraçar.

sábado, 23 de fevereiro de 2013


É complicado, complexo, indefinido
Eu talvez sonhe com amor, tu com calor

domingo, 13 de janeiro de 2013


Ainda sinto o teu sabor
Os teus lábios, ardiam 
De tão ternos e agressivos
És o pecado em pessoa
Inércia em nossa volta
És o prazer num corpo
Talvez um vício sejas,
Fora de mim, algo incontrolável
Certamente serás

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ser um pouco mais eu


É muito tempo, esperando
Ganhar coragem 
Entrar no jogo da vida
Recordar peças, desfazer e juntar
Todos os quebras-cabeça em mim
Não é urgente entrar
Nem é urgente ganhar a corrida
Importante é mudar ventos
Levantar marés
Ser um pouco mais eu
Basta de prender o ar e água 
Estava a sufocar, agora
Sou um pedaço do mundo
Despida, com a alma nua, crua
Com cores frias, como a noite
Mas se abraçasses as estrelas
Irias ver que o meu sangue
Flui, como a força do mar
Com o calor do sol
É preciso sentir o chão
Tocar o abismo
Sentir a chuva, ser tempestade
Perder-me no nevoeiro
Ter as chaves do gelo e do fogo
Ser a solidão e paixão
Não importa seres breve
Até a asa da borboleta,
Causa a maior agitação
Falta o que ainda me seduz
Para viver
Para me deixar ser
Para voar e voltar

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

É assim que eu te quero

Por entre memórias,
Semanas passadas
Saboreio a mais fria
Das neves, em meu coração
Agarra-me e puxa-me
Não me largues, vou tentar fugir
Beija-me, pousa a tua mão
No meu pescoço, na minha cintura
Segura-me bem e conduz-me
Como na primeira vez,
Como na nossa despedida.
É assim que eu te quero,
Doce e irresistível
Seguro e inseguro
Importante e indeferente
Dá-me amor, esta noite
Dá-me amor, até eu, mais não querer